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sábado, 6 de setembro de 2008

Texto Escrito Por Sexy Nerd

Bom, não vou entrar nos detalhes das minhas comemorações do dia do sexo com Sexy Nerd, só digo que arde até pra fazer xixi!!! rs
Hoje vou postar um dos textos dele. Já li algumas coisas mas esse foi meu preferido, ele disse que escreveu em 2002, tinha seus 18, 19 anos. Nerd talentoso com palavras, fico esperando que ele diga o que eu quero ouvir.hehehe


Vaso Chinês

Certa vez, na China, inúmeros religiosos de todo o mundo se reuniram para discutir qual religião dizia a verdade. De inicio um Ateu se manifestou, mostrando asco a todas as formas de credo e dizendo que Deus e Deuses eram grilhões para o homem. Católicos fervorosos afirmavam categoricamente que Deus era apenas Um, e Ele havia criado tudo o que existe ao nosso redor. Diziam que seu filho, Jesus, era o Grande Messias e que o dia de sua volta e revelação da verdade estaria perto. Islãs se revoltam com a definição de Jesus como Grande Profeta, pois julgam isso uma ofensa ao nome de Maomé. E ainda dizem que Jesus foi um profeta enviado por Allah. Hinduístas não podiam suportar tanta blasfêmia: Onde já se viu apenas uma divindade? Ele então começaram a contar sobre as maravilhas da Criação segundo o Grande Bhrama, Vishnu, Shiva, Ganesh e muitos outros Deuses de seu panteão. Profetas Gregos não podiam permitir ofensa tão grande quanto a troca do nome do Senhor Zeus, por um "desconhecido" como Bhrama.

Estava armada a confusão.

Eis que no meio de tantas verdades absolutas surge o organizador da reunião. Um humilde senhor, praticante do Budismo, conhecido em todo o mundo pela sua vasta sabedoria. Calmamente ele pediu para que todos fizessem um grande circulo ao redor de uma mesinha. Na mesinha repousava um belíssimo e enorme vaso, com inúmeros detalhes. Parecia ele fora trabalhado com uma lupa, pois nela podiam ser vistas cada dobras de vestido de damas, cada nervura de uma pétala assim como outros minuciosos detalhes. Neste momento o senhor budista pediu para que cada um dos religiosos descrevesse o que via do vaso. Desnecessário dizer que o que um via, não era visto pelo outro da mesma maneira. Enquanto uns diziam ver belas mulheres colherem flores e frutos, outros contavam que as pinturas do vaso mostravam cenas de guerra, com homens se decapitando e crianças sendo assassinadas. Neste momento o mestre se manifestou:

- Meus jovens, vocês sabem qual religião que eu acho verdadeira?

Todas as vozes em um tom irônico previam que o mestre iria dizer que a sua própria religião era a verdadeira.

- Não, meus caros, não acho que a minha religião seja a verdadeira. Na realidade não existe religião verdadeira, ou melhor, todas são e não são ao mesmo tempo. Vejam o vaso. Ele é ele, mas aos olhos de cada um ele retrata apenas uma cena. O vaso é a união de cenas de guerra, paisagens bucólicas, solidão, felicidade, enfim, de tudo. Porem cada um de vocês disse ver apenas o que seus olhos eram permitidos.

Um sublime silêncio se fez neste momento. Um silêncio que traduzia esclarecimento, dúvida, ânsia e inconformismo.

- O mesmo é a religião. Todas elas não deixam de ser verdades, mas elas sozinhas não forma uma verdade absoluta. Você pode acreditar em uma coisa fervorosamente, mas saiba que sempre existe o outro lado do vaso. O que seus olhos não vêem, não é necessariamente ilusão. Até mesmo para quem não crê no etéreo isso pode ser visto como uma possibilidade. Tudo é questão de acreditar ou não acreditar.

Todos permanecem perplexos enquanto o senhor se aproxima do vaso.

- Crenças, Deuses, Ciência e Verdades Absolutas são também como esse vaso: Onipotentes, irrevogáveis...Mas ao mesmo tempo, frágeis - Diz ele, enquanto derruba o vaso que se estilhaça em milhares de pedaços.

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Queria um dia ler algo escrito pra mim...rs
Beijos e Bom Domingo. Segunda depois que me refazer do cansaço de hoje (canseira deliciosa) eu escrevo.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Meu conto erótico - Um conto Real

Postado em 14/07/08 no blog http://bemresolvidanavida.blog.terra.com.br/

Ficava a imaginar meus mamilos dentro da boca dele quase todo o tempo em que estava no trabalho, em meio a papéis e pilhas de documentos, e do monitor do computador na minha frente. A cada momento deslumbrava a sensação de sentir a língua dele em meu clitóris novamente, e arrepiava, e molhava. Finalmente o dia do encontro se aproximava. Por motivos ainda desconhecidos e ignorados os encontros aconteciam somente aos sábados, no que eu chamava de embalos de sábado à tarde. Na sexta a noite já era fogo por dentro, ansiando pelas mãos quentes dele percorrendo cada centímetro de pele no meu corpo. O dia chegou. Uma porta abrindo e minha mão fechando-a em seguida com toda a urgência que ele já notara, já estou pronta. Mal dou tempo de tirar seus óculos e o aparelho fixo, que lhe dá aquela graça de menino adolescente inteligente, nem me lembro que existe. Não dou tempo para seu sorriso, me jogo em seus braços com a vontade acumulada da semana inteira e beijo com ardência, quase em desespero e aperto o seu corpo, suas costas, sua bunda, coloco a mão na sua calça. Ele é tão rápido quanto eu, suas mãos já deslizam pelos meus seios, pela minha cintura livremente, não há roupas para impedir o toque, apenas uma camisola fina que, em poucos segundos, já não ocultava nada. A urgência transforma aqueles poucos minutos em horas de espera, o silêncio só é quebrado pelos gemidos e pela respiração ofegante, já estou em ponto de bala. Ele sente nos dedos o meu suco e entra em mim ali mesmo na porta, os dedos ávidos, apressados, inteligentes. Seguro-me pra não gritar, bato na porta, esmurro a parede, tremo por dentro e por fora e gozo ali mesmo, em pé, encostada na porta de entrada, na minha sala. Me concentro por um segundo e puxo ele pro quarto, onde a cama o aguarda pronta, os brinquedos, os óleos, tudo ali ao alcance dos nossos braços. Não consigo me lembrar exatamente como e quando nos despimos de vez, só lembro que rapidamente já estamos ali deitados tentando comprovar que dois corpos podem, sim, ocupar o mesmo lugar no espaço. Adoro o toque dele, mãos leves, dedos eficientes, precisos, apertam meus mamilos duros e no segundo seguinte tocam minha buceta já faminta, contando os segundos pra senti-lo dentro dela. Mas eu já sei que ela ainda terá que esperar um longo tempo, pois ele está apenas começando. Por horas ele iria me atiçar, me lamber, me morder, me chupar, me tocar, e eu sabia que iria me deliciar com cada minuto ao lado dele. Ele diz que estava louco por isso e desce a boca até o meio de minhas pernas. Agora sim eu me arrepio pra valer, depois de me tocar a semana inteira pensando nisso, depois de gozar sozinha na minha cama desejando novamente aquilo, ali está ele, com aquela língua macia, molhada, subindo, descendo, entrando, girando. E eu sentindo o sangue subir, gemendo de prazer, não me lembro do que fiz, se abri ou fechei os olhos, se disse alguma coisa, se tremi, se ....só lembro que aquela chupada estava me deixando completamente louca em um tesão desenfreado. Empurro-o, agora é a minha vez de me deleitar sentindo o gosto dele na minha boca. Beijo de novo sua boca deliciosa, que agora tem meu gosto, e desço para o peito, a barriga e sem muita paciência já vou chegando onde eu quero. Sentir o pau dele duro e pulsando dentro da minha boca me deixa ainda mais molhada de tesão. Perco longos minutos ali lambendo, chupando, movendo a cabeça do pau dele dentro da minha boca, mexendo a minha língua com muita voracidade, ele se mexe quase se debatendo de prazer, então me deito por cima dele e começamos um 69 delicioso, sinto ele ainda mais duro na minha boca enquanto ele esfrega a cara entre minhas pernas arreganhadas e me lambe com tanta vontade. Muito tempo se passa, eu já não consigo agüentar. Quero-o dentro de mim, então me deito e me preparo para que ele venha e ele não vem, mas sim seus dedos, novamente, entrando e movendo com pressa e eu gozo mais uma vez. Agora ele está pronto, se deita em cima de mim e entra todo, bem devagar, me excitando mais e mais a cada centímetro, minhas unhas cravam suas costas, tento morder seu pescoço, seus braços, beijo sua boca, sou toda louca. Olho para ele, adoro ver o tesão explícito na cara dele e por mais que ele nada diga eu vejo ali que ele gosta tanto quanto eu. Ele se deita e agora é a minha vez , cavalgo com a fome de uma semana inteira, mas ele é impaciente e se move, e deita e levanta e vira e me leva pra cadeira, e me leva pro sofá. Já inchada, já assada, já exausta e já várias vezes gozada tiro ele de dentro de mim e começo novamente a chupar e lamber, e já na urgência de gozar ele toca lindamente uma punheta pra mim e despeja todas aquelas horas de tesão transformadas em líquido quente dentro da minha boca, e vai embora. E começo tudo de novo, lembrando e pensando e molhando e sonhando e gozando sozinha em casa, esperando cheia de desejo pelo próximo embalo de sábado a tarde, onde vou sentir o tesão incansável, o desejo inigualável.